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terça-feira, 1 de março de 2011

HAITI - UM TERREMOTO DE FELICIDADE - Parte II

             É impressioante como as crianças do Haiti ficam felizes em ganhar uma bola de futebol, uma corda para pular, um bambolê, objetos simples que trazem uma felicidade inexplicável e porque será que nossas crianças fazem birra quando não ganham um celular de última geração, quanta discrepancia ao se falar de crianças. Porque será que isso ocorre? Falta de limite? Globalização? Os pais que por trabalharem muitas horas fora acham que dar presente é substituir a falta que eles fazem? Educação? Ou porque para essas crianças nunca faltou o que comer, o que vestir, morar e etc. As do Haiti porque nunca terem acesso a boas condições, tudo que ganham fazem a festa.
          Mas cade a sociedade que critica e humilha as pessoas que não possuem a mesma opção sexual, religião, futebol entre outros aspectos. Que não se mobiliza para ajudar não só as mas principalmente as crianças do HAITI, das FAVELAS sim das FAVELAS Brasileiras, da Índia, da África são tantos lugares, tantas crianças que precisam de nossa ajuda, mas em vez disso nossa sociedade almejaar criar robôs para substituir pessoas, celulares com milhões de funções das quais não usamos nem a metade, computadores menores com maior capacidade de armazenamento de dados.
         Penso que se investi muito pouco em saúde, educação, laser,, moradia, emprego, vestimenta para essas pessoas que vivem em condições desumanas mundo a fora. Será que a globalização só serve para gerar novas tecnologias ou vai servir para se achar alguma cura de algumas doenças, para melhorar a educação e saúde nos países subdesenvolvidos ou não desenvolvidos de forma alguma.
        Quem deve cobrar isso da sociedade e do mundo não são eles, mas nós que temos acesso a tudo, a todo meio de comunicação.Principalmente os estudantes dos cursos superiores ou técnicos não importa, o que importa é o conhecimento que temos e que adquirimos ao longo dos cursos para que se possa mudar um pouco o mundo em que vivemos.
          Eu como acadêmica de Enfermagem, já pude ver esta diferença, através de trabalhos passados pela Faculdade no qual fui investigar a realidade da minha cidade que é tão bela, considerada capital da energia, mas que passa por tantas dificuldades, famílias morando nas margens do rio em condições inaprorpriadas, ou familias que ainda não tem acesso a água encanada, saneamento básico, coleta de lixo, fatores que graças a Deus estão melhorando aos poucos. O desconhecimento de muito sobre o que significa saúde/ doença, pouco PSF's, dois hospitais que não dam conta de atender a toda população adequadamente, pois a maioria dos casos deveriam ser resolvidas nos postos de saúdes  e etc, onde encontramos outros problemas como: grandes filas, falta de profissionais ou descaso dos mesmos com a população, já que faltam e não dão satisfaçam não lembra que existe pacientes que necessitam de seus cuidados, são grosseiros e impacientes.
          Eu almejo muito após sair da Faculdade, retorna a minha cidade e como já estou ciente de todos os problemas, juntar-me com a população e procurar de alguma forma melhorar suas condições de vida, não sei como ainda, mas com todo o conhecimento que já adquiri e que ainda vou adquiri sinto uma enorme necessidade de mudar a realidade da minha cidade natal, mas acima de tudo
                                                                                      HUMANIZAR
                                                                                               hoje e sempre !

Por: Raquel Bianca

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